Dezembro
2007
Nesta edição:
Editorial
Foco nos Convivias
Novos convivia
Convivia ativos
Terra Madre
Os cozinheiros
do Congo defendem seu patrimônio culinário
Eventos para conhecer, encontrar e degustar
Slow Food on Film
2008
Uma festa para
os ovos
O Natal guloso
do Reino Unido
Educar slow
Educação alimentar
em Istambul
O ano das cantinas
Operação biodiversidade
Mercados da Terra
As tâmaras de Siwa
Italia
UNISG: vida no campus
O movimento jovem
pelo alimento
Coisas nossas
Recesso natalino
do Centro de Serviços
Convivial Pursuits
Foco nos Convivias
• Novos
convivia
O primeiro convivium no Congo
em Brazzaville
Nasceu Liboke,o primeiro convivium no Congo em Brazzaville,
cujo líder é Honor Toudissa Malanda. Artista, cozinheiro e
ativo pesquisador no campo da arte culinária na capital Brazzaville,
Honor participou do Terra Madre 2006 e é presidente fundador
da Associação Congolesa de Jovens Cozinheiros, empenhada em
promover a cozinha congolesa.
Liboke vem a ser um particular método de preparo “in cartoccio”
ou seja, embrulhado em folhas de uma planta (mfumwa Gnetum)
de cozimento muito lento sobre brasas, com a finalidade de
valorizar o sabor dos alimentos. Tradicionalmente usado para
peixes, esse antigo método foi reapresentado por Honor para
cozinhar outros pratos típicos do Congo, como tartaruga e
crocodilo. As vantagens desse método de cozimento são múltiplas:
pode ser realizado numa cozinha sem grandes equipamentos,
reduz ao mínimo o uso de gorduras e valoriza o sabor de cada
alimento sem a adição de outros condimentos.
Para entrar em contato com o novo convivium, dirigir-se
ao líder:
Honor Toudissa Dia Malanda
honor73@yahoo.com
Eis aqui a lista dos últimos convivium abertos:
Tamborine MT – Austrália
Rabat – Marrocos
Vivre Plus Longtemps – Gabão
Weinviertel – Áustria
Del Pacífico – Colômbia
Liboke – Congo, Brazzaville
• Convivia
ativos
Durante este ano
tentamos contar as atividades de seus convivium espalhados
pelo mundo, e por que não, dar novas dicas. São vocês, líderes,
que conferem riqueza e força ao Slow Food e nunca repetiremos
suficientemente, que a defesa do bom alimento e das tradições
culinárias começa antes de tudo na região, nas aldeias, nos
bairros, ou seja, começa com vocês. A experiência nos vem
testemunhando o quanto os líderes são cheios de coragem, idéias
e estímulos: dos jantares temáticos para valorizar os produtos
e quem os produz, às hortas pela paz, aos programas de rádio
às conferências e tanto mais ainda. Abaixo, mais alguns exemplos.
Descobrindo o ouro vermelho de Zaragoza
Foram diversos e originais os eventos de 2007 organizados
pelo Convivium Slow Food Zaragoza, encontros sob o signo da
convivialidade, de comparações e descobertas das excelências
do território. Jantares, degustações, conferências, excursões,
cursos de educação do gosto, como a que foi organizada em
outubro passado em “homenagem” ao Açafrão de Jiloca.
O açafrão é uma das espécies mais caras e menos conhecidas
no mundo e o açafrão espanhol de Jiloca (da região de Aragona)é
uma verdadeira jóia, que a Fundação Slow Food pela Biodiversidade
Onlus decidiu apoiar como Fortaleza. O projeto quer dar a
conhecer essa pequena produção através da comunicação e de
degustações guiadas. Com esse espírito, o convivium de Zaragoza
organizou um jantar temático precedido de uma visita a um
produtor.
Para entrar em contato com o líder do convivium:
Jorge Hernandez Esteruelas
zaragozaslowfood@telefonica.net
Especialidade da cozinha cantonesa
Slow Food Hong Kong encerra seu ciclo anual de atividades
propondo um jantar com pratos da tradição de Cantão,especialidades
raras até na metrópole, preparadas na ocasião por Tim’s Kitchen.
O restaurante se preocupa muito com o frescor dos produtos,comprados
a cada manhã, de acordo com a necessidade diária e por isso
pede aos clientes que façam seus pedidos com antecedência.
O ponto alto do local é a sopa de serpente Tai Tze, prato
de inverno, muito conhecido da cozinha da região,o único com
a versão elaborada pelo acadêmico real cantonês Kong Tai Tzu
(Tai Tzu significa “bibliotecário real,título conferido a
Kong). Um dos poucos guardiães dessa receita é Tim Lai, chef
do Tim’s Kitchen que preparou o cardápio do jantar Slow Food.
Para entrar em contato com o convivium líder:
Annabel Jackson
annabel.jackson@gmail.com
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Terra Madre
O ano de 2008 será mais uma vez
ano do Terra Madre. Antes de tudo,porque no mês de outubro,
em Turim, terá lugar a terceira edição desse encontro internacional,
mas também porque,durante o ano vão acontecer encontros regionais
das comunidades do alimento em vários países:na Holanda, Irlanda,
no Gabão. O evento no Gabão vai ocorrer graças ao auxílio
financeiro dos convivium do Reino Unido, que no mês passado
organizaram vários jantares para levantar fundos.
Como se reafirmou recentemente no Congresso de Puebla, agora
é indispensável que Slow Food e Terra Madre estejam cada vez
mais estreitamente ligados. São já inúmeros os produtores,
os cozinheiros e os pesquisadores que criaram um convivium.Um
outro passo significativo nessa direção, aconteceu no México,
onde a comunidade do cacau biológico de Villahermosa assumiu
as atividades Slow Food no país.
Os cozinheiros
do Congo defendem seu patrimônio culinário
Comemorando o segundo dia dos Cozinheiros do Terra Madre,
a Associação dos jovens cozinheiros do Congo organizou uma
noite de degustação de alimentos e bebidas preparadas com
produtos locais naturais. O leit-motiv do dia foi”promover
o consumo dos produtos locais naturais”. Eis a impressão de
um participante :”Sabia que vindo aqui eu faria belas descobertas
e de fato estou comendo friturinhas de peixe, vermes e biscoitos
preparados com frutos da estação e típicos do meu país. Parece
que estou sonhando e me dou conta que lamentavelmente, vivo
em um mundo onde tudo virou artificial.”
Para entrar em contato com a Associação dos jovens
cozinheiros do Congo, contatar o líder do convivium:
Honor Toudissa Dia Malanda
honor73@yahoo.com
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Eventos para conhecer,
encontrar e degustar
Slow Food
on Film 2008
Finalmente saiu o formulário para participar
do Concurso Slow Food on Film, o festival internacional de
cinema e alimentos promovido pelo Slow Food. Depois de três
anos com sede em Bra, de 7 a 11 de maio de 2008, o concurso
será recebido pela Cineteca de Bolonha, Itália, aumentando
assim o raio de ação e de ambições. Assim, convidamos a todos
a divulgar a noticia nos convivium e nas comunidades, de modo
a incentivar a participação no festival.
São quatro as categorias oficiais: Shorts competition (para
curtas de ficção), Docs competition (para documentários),
BFF – Best Food Feature (para o melhor longa metragem sobre
gastronomia) e o Caracol de Ouro – Best Food tv Series (destinado
a serie de TV, ficção ou documentário de nivel internacional
sobre a gastronomia consciente, inteligente e culturalmente
relevante).
Para maiores informações sobre o Slow Food on Film
e para consultar o formulário de inscrição visitar o site:
www.slowfoodonfilm.it
Uma festa
para os ovos
O ano de 2007 foi rico de eventos organizados
pelos convivium e pelas associações nacionais Slow Food em
todos os continentes: eventos para divulgar antigas tradições
e sabores populares, para estreitar laços importantes no âmbito
das comunidades e para aumentar o numero de sócios locais.
Entre esses encontros, queremos contar sobre uma festa muito
curiosa, que ocorreu na Bielo-Rússia na segunda sexta feira
de outubro, junto com a jornada internacional dos ovos. O
evento apresentou aos consumidores a evolução na produção
de ovos e estimulou a partilha das experiências relativas
à criação e à comercialização de novas qualidades. O programa
incluía encontros com especialistas, degustações e diversos
desafios, alguns muito engraçados como por exemplo o título
de melhor bebedor de ovos de codorna. Um dia cheio de alegria,
mas que deu também aos visitantes importantes dicas de educação
para o consumo.
O
Natal guloso do Reino Unido
A praça do Southbank Centre, em Londres
(um dos complexos poliartísticos mais inovativos do mundo)
hospedará de 20 a 23 de dezembro um mercadinho de Natal organizado
pelo Slow Food UK. Além das imperdíveis Fortalezas Slow Food,
as barraquinhas vão oferecer alimentos frescos e locais,conservas
tradicionais e produtos artesanais, todos inspirados nos princípios
do “bom, limpo e justo”, com os quais os visitantes poderão
dar um sabor bem Slow ao seu Natal.
Para maiores informações sobre o Slow Food UK, contata:
Silvija Davidson no enderêço
silvija@slowfoodlondon.com
Ou
entrar no site:
www.slowfood.org.uk
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Educar slow
Educação alimentar
em Istambul
Para iniciar o novo ano, os convivium
de Istambul estão organizando um programa de educação do gosto.
Em janeiro, durante as férias de inverno, as crianças da quarta
e quinta séries do período elementar de algumas escolas da
cidade, vão participar do seminário Alimento Sadio- Slow Food
contra fast food - para aprender como é feito e que conseqüências
traz ao corpo o alimento que comemos. Ao mesmo tempo, os pais
receberão material informativo com sugestões práticas sobre
como influenciar nos hábitos alimentares de seu pequenos e
sobre como nutrir os filhos de maneira equilibrada, porém
gostosa.
Para maiores informações contatar:
Ayfer Yavi - líder do convivium Yagmur Boregi, Istambul
ayferyavi@yahoo.com
O
ano das cantinas
No que diz respeito à educação, 2008 será
o ano dedicado às cantinas. Na sexta
edição do Newsletter Terra Madre contamos sobre algumas
das iniciativas já em ação no âmbito da restauração coletiva:
na Universidade de Yale nos Estados Unidos e no Hospital Alice
de Darmstadt na Alemanha.
Caso conheça ou esteja empenhado em projetos dessa
natureza ou interessado em colaborar escreva para:
communication@slowfood.com
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Operação biodiversidade
Mercados da
Terra
O projeto dos Mercados da Terra Slow Food
tem o objetivo de criar uma rêde de mercados de agricultores,
ou seja lugares nos quais os produtores apresentem e vendam
diretamente seus produtos sazonais. O objetivo mais importante
é pois associar as distâncias entre a terra e a mesa:nos Mercados
da Terra podem participar somente pequenos produtores que
estejam no máximo a 40km do ponto de venda. O mercado é gerenciado
por uma aliança entre o público consumidor, os produtores
e Slow Food, através de um comitê gerencial.
Em 6 de dezembro foi inaugurado em El Mina, nos arredores
de Tripoli,o primeiro mercado de produtores do Líbano. O projeto
se baseou nos resultados de uma pesquisa sobre os produtos
tradicionais, realizada por estudantes da American University
de Beirute, coordenados pelo professor Rami Zurayk, que é
um dos fundadores do convivium de Beirute. Além disso realizada
a experiência do Souk El Tayeb, mercado de produtores organizado
na capital libanesa por Kamal Mouzawak. O projeto é financiado
pelo Ministério do Exterior da Itália e coordenado pela ONG
italiana Ucodep e pela Fundação Slow Food pela Biodiversidade
Onlus.
Um animado
museu ao ar livre
O povo latino atribuía às palmas do tamareiro, valores simbólicos
de honra e vitória, por sua capacidade de lançar-se ao alto
apesar do peso de seus frutos. As tâmaras de qualidade superior
do oásis de Siwa, no Egito fazem parte de um projeto da Fundação
Slow Food pela Biodiversidade Onlus, que se propõe a recuperar
e valorizar estes tão delicados e doces frutos. O Fusorari
de Modena, na Itália central, junto com o convivium da cidade,
realizaram quatro encontros, durante os quais foi apresentado
um menu étnico, todo à base das tâmaras da Fortaleza. A soma
conseguida com os jantares foi enviada como ajuda aos produtores.
Fortaleza das Tâmaras do Oásis Siwa:
Anwar Youssef Sarhan
anwarscd@yahoo.com
Para maiores informações sobre a iniciativa de Modena,
contatar Fusorari:
info@fusorari.it
www.fusorari.it
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UNISG: vida no campus
O movimento
jovem pelo alimento
Por ocasião do recente Congresso em Puebla, um grupo de estudantes
da Universidade de Ciências Gastronômicas se uniu a representantes
do movimento americano ”Slow Food no Campus”. Juntos, propuseram
a criação de uma rêde internacional de jovens camponeses,
produtores, estudantes, cozinheiros e ativistas com base na
filosofia Slow Food. A rêde permitirá a troca e partilha de
informações e também a criação de colaboração sobre projetos
específicos. Com o nome de Youth Food Movement (movimento
juvenil pelo alimento), a proposta do grupo foi acolhida e
aprovada em uma moção articulada em 6 pontos.
No primeiro ponto, a decisão de construir a rêde, seguida
do convite aos convivium para envolver mais os jovens em suas
atividades e aumentar o número de sócios com idade abaixo
de 30 anos e a fundar convivium dentro das universidades do
mundo todo. Os últimos três pontos incluem:a necessidade de
criar oportunidades de liderança dentro da associação, a organização
de viagens e trocas de formação para os campesinos, envolvimento
de um número maior de estudantes nas comunidades Terra Madre.
Os jovens de cada país deverão desenvolver, junto com os responsáveis
locais do Slow Food, um plano de ação moldado sob medida para
sua própria cultura, mas ao mesmo tempo trabalhar em sinergia
para dar vida a uma verdadeira colaboração global.
Para maiores informações ou para entrar em contato
com os coordenadores de área:
Elizabeth Manning
e.manning@master.unisg.it
Cecily Upton
c.upton@slowfoodusa.org
Para a versão italiana:
Mauro Avino
m.avino@studenti.unisg.it
Riccardo Migliavada
r.migliavada@studenti.unisg.it
Para mais informações sobre a Universidade e para
inscrições on-line: www.unisg.it
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Coisas nossas
Recesso natalino
do Centro de Serviços
O Centro de Serviços vai fechar dias 25,
26, 29 e 31 de dezembro e reabrirá dia 2 de janeiro de 2008.
O envio das carteirinhas estará suspenso entre o dia 20 de
dezembro e 7 de janeiro, quando voltará ao normal.
Convivial
Pursuits
Dois novos exemplos foram incluídos ao
Convivial Pursuits. Trata-se de um jantar do convivium
de Ottawa Gatineau, no Canadá para promover produtos locais
e da projeção de filmes com tema alimentar organizado pelo
convivium
de Tucson, nos Estados Unidos.
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Para qualquer pergunta, informações
ou eventos que queira partilhar por favor entre em contato
com o coordenador da sua área.
Saudações Slow,
Slow Food Escritório Internacional
international@slowfood.com

ENTRE EM CONTATO
Escritórios nacionais
Slow Food: verificar na pagina
web
Coordenadores de área (junto
aos escritórios Slow Food em Bra) para os países onde não
há um escritório nacional:
África e Oriente Médio
Séverine Petit – s.petit@slowfood.com
América Latina
Lia Poggio – l.poggio@slowfood.com
José Carlos Redon - j.redon@slowfood.com
Canadá
Lilia Smelkova – l.smelkova@slowfood.com
Asia e Oceanía
Elena Aniere - e.aniere@slowfood.com
Europa
Espanha, Bélgica, Grécia, Luxemburgo:
Mariagiulia Mariani - m.mariani@slowfood.com
Leste Europeu, CSI-Comunidade de Estados Independentes,
Países Baixos, Irlanda:
Lilia Smelkova – l.smelkova@slowfood.com
Esandinávia:
Veronica Veneziano – v.veneziano@slowfood.com
Áustria:
Raimondo Cusmano – r.cusmano@slowfood.com
Portugal:
Lia Poggio – l.poggio@slowfood.com
Comunicação
Marta Mancini – m.mancini@slowfood.com
Monica Mascarino - m.mascarino@slowfood.com
Michèle Mesmain – m.mesmain@slowfood.com
Assuntos gerais
international@slowfood.com
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EDITORIAL |
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Feliz ano slow para todos
Foram muitos, alegres e cheios de imaginação os eventos,
as aventuras e os percursos que marcaram o ano de 2007.
Da viagem dos estudantes da Universidade de Ciências
Gastronômicas em busca do Rio Pó, ao Congresso Internacional
em Puebla, passando pelo Vignerons d’Europe, Slow Fish,
Cheese, sem falar dos eventos organizados por cada um
de vocês, em seu território.
Ao mesmo tempo, a associação continuou a crescer e estou
muito orgulhoso de poder anunciar que superamos o milhar
de antenas Slow Food no mundo: existem no momento 1003
convivium!
O Congresso Internacional permitiu ao Slow Food vestir
uma nova roupa, moldada na sua história e com as novidades
dos últimos quatro anos. “Bom, Limpo e Justo” e o Terra
Madre, redesenharam, ou melhor, alargararm os confins
do nosso mundo. A nossa vontade de conceber o universo
do alimento como uma rêde de diversidades que se une,
assume formas inéditas. Estamos em um momento de transformações
muito importantes, nas quais todos os participantes
do movimento são convocados a dar sua contribuição para
que o Slow Food seja compreendido completamente por
fora e para que as diversas facetas da cultura do alimento
possam ser aceitas dentro de nós e assim poder oferecer
sua preciosa contribuição.
Estamos ampliando e não reescrevendo o Manifesto Slow
Food, estamos colhendo todos os estímulos e reflexões
que já estavam nas entrelinhas. A intuição da lentidão,
do prazer, da conviviabilidade e do valor da tradição
no contexto mundial atual, assumem novos significados:
a preservação do meio ambiente, das identidades culturais
em acordo com um sentido holístico, da dimensão e da
economia local como âmbito privilegiado para estudar
os novos modelos de existência. Modelos mais felizes,
sustentáveis, modelos universais de cidadania terrestre.
Creio que depois de vinte anos de trabalho, amizades,
paixão, estudo, empenho, teremos ainda assim tantas
ocasiões para nos divertirmos, que nem mesmo conseguimos
agora imaginar.
Feliz slow 2008 para todos!
Carlo Petrini
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